O Plano Estadual de Resíduos Sólidos de São Paulo e o total descompromisso com a causa ambiental

Observações sobre o Plano Estadual de Resíduos Sólidos do Estado de São Paulo com atenção ao setor de Resíduos da Construção e Demolição:

  • Não usa o poder de compra da administração estadual para estimular o uso de matérias primas sustentáveis, especialmente o agregado reciclado;
  • Utiliza de nomenclatura inadequada para se referir ao agregado reciclado;
  • Ignora o papel do transportador na gestão dos resíduos;
  • Não define critérios para a correção de aterros clandestinos ou revitalização de áreas degradadas com o descarte criminoso e ilegal de entulho;
  • Texto e ideais fora de sintonia com a realidade e com as normas técnicas concernentes a geração, transporte e reciclagem do RCD;
  • Informações distorcidas e distantes da prática. Segundo o Plano Estadual de Resíduos Sólidos, o estado tem 44 usinas de reciclagem;
  • Ideias precipitadas sobre a qualidade do agregado reciclado mostrando desconhecimento e desinformação dos técnicos da secretaria;
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