SindusCon-SP e governo vão estimular a sustentabilidade na construção paulista

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O secretário estadual do Meio Ambiente de São Paulo, Bruno Covas, e o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe, assinaram ontem convênio, visando conjugar esforços para consolidar o processo de desenvolvimento sustentável no setor.

“O governo paulista e a construção vão desenvolver ações em favor da gestão sustentável de resíduos das obras. Será estimulada a utilização de recursos naturais de forma sustentável, em especial, o uso de madeira legalizada. E se pretende avançar no incremento de requisitos de sustentabilidade em projetos e obras”, informou o sindicato por meio de nota.

De acordo com o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe, “o convênio e as ações planejadas mostram quanto se pode avançar na questão da sustentabilidade quando há diálogo entre o governo e os agentes privados. As iniciativas e normas legais resultantes certamente terão sucesso se forem feitas com respeito à viabilidade econômica e ao embasamento técnico.”

A Secretaria do Meio Ambiente e o SindusCon-SP publicarão as pesquisas conjuntas realizadas sobre a geração de resíduos nos municípios, para orientar gestores municipais e grandes geradores com relação às ações necessárias ao atendimento das legislações federal e estadual.

Para gestores municipais, pequenos geradores, escolas e profissionais autônomos, haverá treinamentos de educação ambiental na construção. O SindusCon-SP e o Senai-SP vão produzir um vídeo e gibis abordando temas como preservação de água, energia e recursos naturais na construção, coleta seletiva e destinação correta dos resíduos do setor.

No tocante ao elo seguinte da cadeia de sustentabilidade, a reciclagem, haverá interação entre o governo e o setor para a elaboração de normas e legislações que incentivem essa prática e o uso de produtos reciclados, bem como promovam a logística reversa na construção.

Pretende-se propor incentivos para a reciclagem, estimular o uso de agregados feitos com resíduos reciclados, e elaborar normas técnicas que regulamentem sua utilização.

Fonte: últimoinstante | 16 de dezembro de 2011

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