Seminário Nacional da Reciclagem de Resíduos da Construção Civil 2015

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A implantação de britadores, móveis ou fixos, e de outros equipamentos para formatar usinas de reciclagem de resíduos de construção (RCD), cresceu mais de 20% nos últimos anos. Mesmo assim, mais da metade, das 5,5 mil cidades brasileiras, ainda destina esses materiais a lixões ou locais impróprios. Mesmo porque, o potencial de destinamento – principalmente para produção de base ou sub-base de rodovias – ainda não foi explorado ao máximo. Os números do setor são da Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição (Abrecon) e correspondem a parte das informações levantadas pela sua pesquisa sobre 2014.

A Abrecon avalia cerca de 300 empresas recicladoras de resíduos de construção e, segundo o seu presidente, Hewerton Bartoli, esse universo de empresas é capaz de reciclar milhares de toneladas mensalmente. “Para se ter ideia, os Estados Unidos reciclam 140 milhões de toneladas dos resíduos de concreto, enquanto o Brasil sequer chega a 5%”, diz.

Mais dados dessa pesquisa serão apresentados em meados de setembro, durante o Seminário Nacional da Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição, evento que a reportagem do InfraROI cobrirá. Antes disso, porém, é possível comparar que em 2013 o cenário era pior, pois havia mais empresa no mapeamento da Abrecon (310) e mesmo assim só 6% dos RCDs eram reciclados.

Bartoli, da Abrecon, adianta, todavia, o contraponto de que há muita evolução a ser feita e o maior exemplo é a capital paulista, onde ele estima que existam mais de 4 mil pontos clandestinos de descarte.

Fonte: InfraROI em 26 de agosto de 2015

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